Employer Branding e Transporte de colaboradores: entenda a relação!

O deslocamento para o trabalho é um dos pontos mais críticos na experiência de um colaborador. E, mesmo com o fortalecimento do trabalho remoto, não deixará de existir. Como incluir este tema no Plano Estratégico de Employer Branding?


 

Não é novidade para ninguém que as empresas – de todos os portes, setores e perfis – tiveram que passar por uma radical transformação digital e adaptação para o modelo de trabalho remoto diante da pandemia.

Todos foram impactados. Colaboradores de áreas e níveis hierárquicos diversos se viram obrigados a – da noite para o dia – realizar os seus processos de trabalho à distância: gerir pessoas e projetos, manter a alta produtividade, administrar o tempo, realizar alinhamentos com pares, atrair e fidelizar clientes, atrair e reter colaboradores.

Algumas áreas, porém, tiveram seus desafios multiplicados. Afinal, além de sofrerem todas as adaptações listadas acima, ainda possuem papel fundamental para viabilizar a continuidade dos negócios de forma remota:

A área de TI, altamente demandada para garantir a infraestrutura necessária para conectar colaboradores espalhados por bairros, cidades e países.

E a área de RH, totalmente envolvida na adaptação de contratos de trabalho; ajustes nos benefícios para atender às necessidades do homeoffice; novos processos de recrutamento, seleção, contratação, onboarding e treinamentos.

Ou seja, tudo o que já havia sido pensado, planejado e concebido para proporcionar uma excelente experiência aos colaboradores, teve que ser revisto.

 

Novo normal e a experiência do colaborador

 

Os profissionais responsáveis pela experiência e engajamento do colaborador se viram diante do desafio de continuar provocando a mesma sensação de pertencimento, porém sem a existência de algo tão simbólico na rotina dos colaboradores, como os escritórios.

Rituais de onboarding se tornaram ainda mais importantes, os canais de comunicação interna ainda mais estratégicos e as rotinas de encontros virtuais totalmente necessárias.

E agora, 1 ano e 2 meses depois do início da pandemia no Brasil e com o processo de vacinação em andamento, o mercado começa a discutir o retorno dos colaboradores aos escritórios.

O tema não é conclusivo e está sendo discutido no mundo todo.

Há muitas empresas afirmando que permanecerão no modelo remoto, outras confirmam a retomada total aos escritórios, outras ainda falam sobre a modalidade híbrida.

Por não haver uma unanimidade e por ser um tema que impacta uma grande cadeia de negócios, diversos institutos de pesquisa, empresas e veículos de comunicação realizaram – nos últimos meses – pesquisas de opinião com alta gestão de empresas e com colaboradores em geral para compreender os planos relacionados ao término – ou não – do homeoffice.

Continue lendo até o final para conferir os dados de grandes pesquisas no mercado que auxiliarão na formação de estratégias poderosas de Employer Branding para sua empresa! 

 

Melhorias no transporte como Employer Branding para grandes empresas

 

Como mencionado, com o início da pandemia, muitas empresas aderiram o home office para grande parte do quadro de funcionários, mas para grandes empresas o cenário foi diferente.

As organizações de serviços essenciais que não puderam parar na pandemia, como as da área industrial, saúde, logística e muitas outras, viram um grande risco a saúde de grande parte de seus funcionários em um dos principais pontos da experiência do colaborador: o deslocamento ao trabalho.

No transporte público, por exemplo, apesar da obrigatoriedade do uso de máscaras, a aglomeração em ônibus e vagões transformou um cenário oportuno à propagação da doença.

Além disso, vemos frequentemente nos noticiários como o transporte público, além de causar extremo desconforto e estresse, é um modal que mostra alto risco à segurança de seus passageiros.

Segundo a NTU, o grande número de ataques ao transporte público no Brasil, incluem depredações de veículos, roubos de passageiros e funcionários e até os incêndios propositais, que podem destruir parcial ou totalmente os ônibus.

Fonte: R7 São Paulo

 

Ficar refém a todos esses riscos, não era o caminho ideal, especialmente em meio a uma crise mundial, onde o cuidado com o colaborador se tornou ainda mais importante. Buscar melhores alternativas de transporte se tornou essencial ao Employer Branding dessas organizações, e o fretado foi o principal modal escolhido.

O fretado além de ser uma opção segura, garante uma diminuição drástica de risco de contágio, visto a possibilidade de manter um distanciamento adequado entre passageiros, além de seguir todas as normas sanitárias exigidas pelos órgãos responsáveis.

“Com a pandemia, o ônibus fretado virou opção segura de transporte para funcionários de empresas de serviços essenciais, que não podem parar ao longo da quarentena. As empresas e usuários avulsos encontraram na plataforma online Fretadão uma gestão eficiente de transporte, pensado para melhorar a qualidade de transporte de todas as pessoas envolvidas, tanto os passageiros quanto os RHs das companhias”, disse Antônio Carlos Gonçalves, o CEO do Fretadão, plataforma de gestão de transporte fretado.

Com isso, grandes organizações exerceram sua responsabilidade perante o cuidado com o colaborador e a sociedade, já que, garantir um transporte coletivo com alta qualidade e segurança aos seus funcionários, garante diversos benefícios para todos como:

  • Mais engajamento e produtividade no trabalho.
  • Menos carros nas ruas, e sucessivamente, menos acidentes de trânsito.
  • Menos gases poluentes emitidos no planeta.

 

Retorno aos escritórios e a opinião dos empregadores

 

Pesquisa realizada pela consultoria Mercer com 819 gestores aponta que um em cada três empregadores afirmou que pelo menos 50% de sua força de trabalho permanecerá de forma remota após o fim da pandemia. Antes da pandemia, a mesma pesquisa apontava um em cada trinta empregadores.

Já na pesquisa realizada pela empresa Fortinet com executivos de 17 países, os números apontam para 29% das empresas pesquisadas mantendo o home office completo para metade das equipes.

Os números parecem apontar a consolidação do home office, porém nunca para a totalidade dos colaboradores. 

Em pesquisa realizada pela consultoria McKinsey & Company com 800 executivos de grandes empresas do mundo, apenas 15% dos líderes pesquisados disseram que pelo menos um décimo de seus funcionários poderá trabalhar remotamente dois ou mais dias por semana.

Por outro lado, quando olhamos para a expectativa do colaborador, vemos que a continuidade do home office é um desejo da maioria.

Leia também: Mobilidade depois do coronavírus: como será a volta para o trabalho?

 

Fim do home office e a experiência do colaborador

 

Segundo uma pesquisa realizada pela Salesforce com 20.000 profissionais do mundo inteiro, inclusive do Brasil, 42% dos entrevistados gostariam de seguir em casa no pós-pandemia. Ao segmentarmos as respostas apenas do Brasil, o número sobe para 57% dos entrevistados.

Já a startup Pulses, divulgou resultados de uma pesquisa realizada em Maio/2020, que aponta para 80% dos respondentes brasileiros desejando a continuidade do trabalho remoto.

E por que o brasileiro não está tão interessado em voltar aos escritórios? 

Segundo pesquisa realizada pela Deloitte, 31% dos entrevistados afirmam ter mais produtividade no trabalho remoto, especialmente por não precisar se deslocar ao trabalho.

Já a pesquisa divulgada pela Robert Half, mostra que 53% dos profissionais em home office apontam o ganho de tempo e a redução do deslocamento como o principal benefício do home office.

Ou seja, já sabemos onde está a principal dor do colaborador que – invariavelmente – retornará aos escritórios em 2022. Será que as empresas estão atentas a isso e no grande impacto que terá ao seu Employer Branding? 

 

Mobilidade corporativa e a experiência do colaborador

 

Mobilidade corporativa de qualidade como estratégia de Employer Branding
Mobilidade corporativa de qualidade como estratégia de Employer Branding

 

Chegamos até esse ponto do artigo certos de que os profissionais de RH vêm enfrentando desafios impensáveis na gestão do Capital Humano.

Também podemos concluir, com os dados apresentados até aqui e com nossas próprias experiências no mercado de trabalho, que a experiência do colaborador vai muito além do que hoje está no radar da maioria das empresas.

É latente o fato de que a experiência de boa parte dos colaboradores sofrerá mais um grande baque no futuro próximo e é urgente olhar para a mobilidade dos trabalhadores com a mesma preocupação e visão estratégica que se olha para os demais temas de Recursos Humanos.

  • Fazer do deslocamento ao trabalho uma parte positiva da experiência total do colaborador. 
  • Demonstrar a preocupação e o cuidado da empresa com o percurso de seus trabalhadores ao trabalho.
  • Provar que a preocupação com o meio ambiente não é só um cartaz colado no café da empresa.
  • Oferecer modais que possibilitem – aos times – um ir e vir mais tranquilo, seguro e sustentável.

Quais opções de modais de transporte sua empresa oferece atualmente para os colaboradores?

A mobilidade corporativa está na agenda da alta liderança? Ela é relevante em seu Plano Estratégico de Employer Branding?

Como sua empresa garantirá a motivação, engajamento e alta produtividade dos times ao exigir que trabalhadores retornem aos escritórios?

 

Fretadão e a tecnologia aplicada à experiência do colaborador

 

Nós, do Fretadão, acreditamos em uma mobilidade corporativa inteligente, otimizada, baseada em tecnologia e que proporcione uma excelente experiência aos trabalhadores, redução de custos e impactos ambientais positivos às organizações. 

Nossas soluções são desenvolvidas e continuamente melhoradas para suprir as necessidades de todas as pontas do processo de mobilidade corporativa: passageiros, transportadores e empregadores. 

Vamos bater um papo sobre os desafios da sua empresa no cenário atual e na revolução pós-pandemia que se aproxima? 



 

 

Publicado em RH

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